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Conselho Fiscal do Economus reprova balanço de 2020 dos planos de saúde
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Conselho Fiscal do Economus reprova balanço de 2020 dos planos de saúde
03 de maio de 2021
Última atualização: 30 de julho de 2021

Conselho Fiscal do Economus reprova balanço de 2020 dos planos de saúde

Auditores Independentes indicam comprometimento da continuidade operacional do FEAS

Conselheiros eleitos precisam explicar como votaram no Conselho Deliberativo

Permanecem pendentes explicações sobre situação da auditoria forense no FEAS

 O Relatório Anual de Informações 2020 do Economus (RAI) indica que o Conselho Fiscal reprovou as demonstrações contábeis dos planos de saúde (segmento Assistencial) pelo fato de não refletirem a situação financeira e patrimonial, conforme reunião realizada no dia 25/03/2021 e registro na Ata nº 433. É o que consta no Parecer do Conselho Fiscal divulgado no mencionado relatório anual. A indicação significa que as demonstrações não retratam adequadamente a realidade.

Ocorre que a Ata nº 433 ainda não é de conhecimento público, nem está publicada até o momento no site do Economus em forma de extrato na área restrita do site. Seria importante que os conselheiros eleitos pudessem esclarecer os motivos da não aprovação.

Auditores independentes não ressalvaram nada a respeito, porém, indicaram que poderá haver comprometimento da continuidade operacional do FEAS em face das medidas implantadas se apresentarem insuficientes.

É importante conhecer quais os motivos que levaram os conselheiros fiscais a reprovar as demonstrações contábeis e os auditores externos a não ressalvarem nada a respeito.

Manifestação do Conselho Deliberativo precisa ser explicada para ser mais bem compreendida – Porque o parecer informa que as análises foram feitas durante reunião realizada no dia 30/03/2021 e registrada na Ata nº 524, cujo teor ainda não é de conhecimento público. Ocorre que no referido parecer do Conselho Deliberativo é informado que a decisão foi tomada, também, com base no Parecer do Conselho Fiscal (que reprovou as demonstrações). Por isso, é importante conhecer os detalhes das discussões havidas e como votaram os conselheiros eleitos.

Auditoria forense ainda sem mais detalhes – Lembrando, foi instalada para apurar responsabilidades envolvidas no esgotamento dos recursos do fundo FEAS (veja matéria específica neste site). É relevante que os conselheiros informem o estágio dos trabalhos, em face da relação direta com a situação preocupante em relação à assistência médica, cujas medidas nominadas como “estruturantes” estão levando muitos participantes ao abandono dos seus respectivos planos FEAS.

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CASSI LANÇA NOVO PLANO – CASSI ESSENCIAL

Banco do Brasil não tem responsabilidade no custeio do plano

E as ações judiciais sobre as alterações no FEAS?

O valor previsto para a faixa etária de 59 anos ou mais é de R$ 1.892,14.

Além da mensalidade, será cobrada coparticipação de até 40% do custo das consultas e exames realizados em ambiente ambulatorial e de até R$ 350,00 para cada internação hospitalar a título de franquia, independentemente da quantidade de dias de permanência no hospital.

O plano será integralmente custeado pelos participantes. Não há contribuição financeira do Banco do Brasil.

Nas ações judiciais individuais que reivindicam participação do Banco no custeio dos planos Feas os participantes não devem tomar nenhuma medida sem antes consultar o escritório de advocacia responsável pelos processos, muito menos concordar com eventual renúncia de direitos.

Cabe reiterar que o plano Economus Família, e os planos Cassi Família e Essencial são equiparados aos demais planos de mercado, sem vínculo com o contrato de trabalho dos ex-funcionários, razão pela qual inexiste possibilidade de reivindicar participação financeira do Banco do Brasil no custeio.

Saiba dos detalhes clicando em “Ver mais”